Faz quase um mês que o navio Skandi Amazonas encalhou na Praia Campista, em Macaé. O rebocador, que contava com 29 trabalhadores à bordo, inclinou a cerca de 200 metros da faixa de areia durante uma manobra controlada para evitar o naufrágio, após sofrer uma avaria no casco ao bater em um banco de rochas, no último dia 15 de maio.
Durante uma sessão realizada na Câmara de Vereadores, no início desta semana, o presidente Alan Mansur cobrou celeridade diante do caso. O parlamentar destacou que a retirada é uma medida importante para minimizar possíveis riscos, como impactos ambientais e econômicos.
Nas últimas semanas, a embarcação, que pertence a uma empresa norueguesa prestadora de serviços para a Petrobras, tem enfrentado episódios de forte ressaca no litoral fluminense. Já a DOF, responsável por ela, ainda não estipulou prazo para a remoção, informando apenas detalhes sobre a estabilidade da estrutura.
Desde o incidente, autoridades e órgãos locais têm cobrado ações mais emergentes, já que a situação se arrasta no município gerando discussão sobre a importância dos recursos provenientes dos royalties, preservação da costa e segurança da classe atuante no setor offshore. A Marinha do Brasil segue com as investigações, por meio da Capitania dos Portos de Macaé.







