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Contação de histórias: “Árvore crianceira dá frutos a vida inteira” estreia no CIEMH2

Redação Por Redação
24 de setembro de 2024
Em Geral
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Contação de histórias: “Árvore crianceira dá frutos a vida inteira” estreia no CIEMH2
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Falta pouco para o espaço cultural CIEMH2, em Macaé, receber as apresentações de “Árvore crianceira dá frutos a vida inteira”. Com estreia nesta quinta-feira (26), às 14h, voltada para os alunos da rede municipal de ensino, a contação de histórias que emociona, faz rir e provoca reflexões, também terá sessão aberta no sábado (28), às 16h. Após sucesso ao rodar o Rio de Janeiro, o projeto, apoiado por recursos da Lei Paulo Gustavo do município, chega ao interior do estado para que o público revisite boas memórias.

Ao respeitar às subjetividades de cada criança, já que a formação do caráter do ser humano se desenvolve durante a infância, Júlia Soares afirma que o objetivo é reforçar na plateia, a valorização e rememoração dessa época. “Conto histórias para promover encontros: Para que as pessoas possam se encontrar, e para que eu também as encontre. Essas conexões são ferramentas de harmonia e respeito”, ressalta a narradora.

Saber de onde veio, quem é e qual direção seguir foi o ponto de partida para a criação deste trabalho. Tendo as crianças como protagonistas, a apresentação traz à tona narrativas que permeiam os primeiros anos de uma trajetória – embaladas no afeto familiar e nos antepassados. Das brincadeiras de rua ao bolo de fubá na casa da vovó, por meio da ludicidade o espetáculo passeia por diversos acontecimentos que cercam o cenário infantil.

De acordo com a contadora, é preciso criar um movimento de elo de cada pessoa consigo mesma e uma ponte de aproximação com o outro, essenciais para uma existência e convivência sadias. “As histórias são companheiras generosas para a fase mais importante da vida de uma pessoa: a infância. Elas ajudam no desenvolvimento cognitivo, linguagem e na construção de inteligência emocional”, destaca.

O repertório é marcado por contos de tradição oral, sendo dois desses, de origem indígena. Já o nome do projeto foi motivado pela frase “Uma única certeza demora em mim: O que em nós já foi menino não envelhecerá nunca”, do escritor moçambicano Mia Couto, do poema “Declaração de bens”. O trecho faz alusão ao entusiasmo na vida de uma criança, acompanhando-a durante a fase adulta até o envelhecimento.

Júlia acredita que a narração de contos celebra a arte da troca entre as pessoas. “Encontramos pessoas que conhecemos, além de versões de nós mesmos dentro dos contos. Nesses momentos, temos a oportunidade de nos olharmos e partilharmos os nossos bens mais preciosos: Tempo e presença”, pontuou.
Para ela, os contos são como um colo que ajuda as crianças a enfrentarem os desafios do crescimento. “É comum pensarmos que elas são feitas apenas de alegria, porém, crianças também vivem dilemas, assim como os adultos, e muitas vezes não sabem como expressar isso. As histórias são espelhos respeitosos, nos quais essas se enxergam de forma simbólica. Ao ouvirem as narrativas, elas têm a oportunidade de se reconhecerem”.

Quebrando estereótipos, rompendo tabus e mitigando preconceitos através das palavras e próprias vivências, Júlia revela ainda que, o intuito, é transportar o público-alvo para um lugar mais leve. “Além de brincar, é fundamental que a criança explore e libere a imaginação em prol de mais criatividade. Diante da internet, onde existe uma recompensa rápida ao rolar a tela do celular ou computador em busca do próximo vídeo de 15 ou 30 segundos, a construção dessa persistência é necessária”, salientou.

E completa dizendo: “Esperamos que a plateia possa se divertir e, principalmente, olhar para a infância com mais acolhimento. Existe uma poesia em cada criança e que precisa ser expressada. Nosso desejo é que as crianças se sintam felizes por serem quem são e que suas existências sejam celebradas. Esperamos também que as pessoas brinquem com as histórias e participem das brincadeiras que fazem parte da apresentação”.

As sessões do espetáculo terão tradução simultânea em Libras e mediação por profissional especializada para pessoas portadoras do espectro autista ou neurodivergentes. O espaço tem medidas de acessibilidade arquitetônica, através de rampas, iluminação adequada e banheiro adaptado para pessoas com deficiência, já implantados no espaço onde ocorrerão as apresentações.

Redação

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