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No alvo da Operação Desfortuna, influenciadora da Região dos Lagos é investigada por esquema bilionário de jogos ilegais

Redação Por Redação
7 de agosto de 2025
Em Geral
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No alvo da Operação Desfortuna, influenciadora da Região dos Lagos é investigada por esquema bilionário de jogos ilegais
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A influenciadora digital Ana Luiza Ferreira do Desterro Guerreiro, mais conhecida como Luiza Ferreira, entrou na mira da Polícia Civil do Rio de Janeiro durante a deflagração da Operação Desfortuna, realizada nesta quinta-feira. Com pouco mais de 112 mil seguidores nas redes sociais, ela é a única investigada da Região dos Lagos em um esquema que envolve a promoção de jogos de azar online, como o polêmico “Jogo do Tigrinho”.

Coordenada pela Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), a operação cumpriu 31 mandados de busca e apreensão em três estados: Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Luiza está entre os 15 influenciadores investigados pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, publicidade enganosa e crime contra a economia popular.

As autoridades afirmam que os suspeitos usavam suas plataformas digitais para divulgar sites de apostas proibidos, atraindo seguidores — muitas vezes vulneráveis financeiramente — para esquemas que prometiam ganhos fáceis. As redes sociais dos investigados exibiam uma rotina de ostentação com carros de luxo, viagens e imóveis milionários, contrastando com os rendimentos declarados oficialmente.

Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontam movimentações suspeitas que somam mais de R$ 4 bilhões, distribuídas entre contas pessoais, fintechs e empresas de fachada criadas com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos valores. Entre os bens apreendidos durante a operação estão veículos de alto padrão, como uma Land Rover Defender blindada e uma BMW X4.

A lista de investigados inclui nomes de grande alcance nas redes, como Bia Miranda (9,7 milhões de seguidores), neta da cantora Gretchen; Paola Ataíde (6 milhões); Tailane Garcia (4,5 milhões); e Rafael Buarque (2,8 milhões). Apesar de possuir um número menor de seguidores, Luiza Ferreira se destacou por representar a participação fluminense no esquema, levantando questionamentos sobre a capilaridade dessas ações ilegais em diferentes regiões do país.

A investigação segue em andamento e novas fases da operação não estão descartadas, à medida que as análises de dados bancários e digitais avançam.

Redação

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