De 12 a 20 de julho de 2025, o Parque de Exposições Raul Veiga, em Cordeiro, se transformará em um grande palco de cultura, tradição e entretenimento com a 81ª edição da Exposição Agropecuária, Comercial e Industrial. Reconhecida como a mostra agropecuária mais antiga do Brasil, a Expo reafirma seu papel como patrimônio cultural e econômico, oferecendo uma programação gratuita e inclusiva para moradores e turistas.
A feira deve reunir milhares de visitantes vindos de diferentes regiões, reforçando o protagonismo da cidade no cenário estadual. Grandes nomes da música brasileira vão comandar o palco principal todas as noites: Martinho da Vila (12), César Menotti & Fabiano (13), Péricles (14), Eduardo Costa (15), Joelma (16), Nando Reis (17), Dennis (18), Daniel (19) e Michel Teló (20). Os shows acontecem às 23h nos dias de semana e à meia-noite nos fins de semana, garantindo animação até tarde.
Para as famílias, o evento traz como novidade o Agro Kids, um espaço exclusivo para as crianças, com atividades de música, teatro, circo e uma fazendinha interativa. A estrutura do parque ainda contará com áreas acessíveis, fraldários, feiras de artesanato, gastronomia e as tradicionais atrações agropecuárias, como rodeios, concursos leiteiros, leilões e julgamentos de raças.
O prefeito Leonan Melhorance destacou o esforço da equipe para tornar esta a melhor edição da história. “Estamos entregando uma festa completa, com grandes artistas e atrações para todas as idades. Queremos valorizar nossas tradições e receber bem quem vem nos visitar”, afirmou.
Outro ponto alto será a Tenda Cultural, espaço dedicado a artistas locais, com mais de 60 apresentações e cerca de 300 músicos e grupos da região, celebrando a diversidade de estilos e fortalecendo o vínculo com a cultura serrana. Haverá ainda exposições de arte e artesanato e manifestações culturais populares, transformando o parque em um grande festival de criatividade e tradição rural.
Criada em 1921, a Expo nasceu para fortalecer a agricultura e a pecuária na Região Serrana e, mais de um século depois, segue como referência no estado. Em 2021, foi reconhecida como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Rio de Janeiro, consolidando seu valor histórico e cultural.



