Familiares dos seis pescadores que desapareceram após o sumiço de uma embarcação em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, pedem reforço imediato nas buscas realizadas pela Marinha do Brasil. O apelo inclui o envio de helicópteros, drones e mais embarcações, para ampliar a área monitorada e aumentar as chances de localização.O barco, identificado como Funelli, saiu de Niterói no início de janeiro e foi visto pela última vez nas proximidades de Ponta Negra, no dia 15.
Desde então, não houve mais contato com os tripulantes nem novos sinais do rastreador da embarcação.Segundo os familiares, os pescadores são profissionais experientes, acostumados a longos períodos em alto-mar, o que mantém a esperança de que possam estar à deriva ou tenham conseguido buscar abrigo.
No entanto, a cada dia sem notícias, cresce a apreensão e a cobrança por uma operação de busca mais ampla, com uso de tecnologia aérea e reforço das equipes no mar.
Cinco dos seis tripulantes já foram identificados:
Nilton de Jesus Silva, Raimundo Nonato Costa dos Santos Filho, Sirlenildo da Silva, Raimundo Nonato do Nascimento e Juarez Serejo da Silva. O sexto pescador, também chamado Raimundo, estava há pouco tempo no grupo e ainda não teve o nome completo confirmado.
Em entrevista, Tatiana de Jesus, filha de Nilton, afirmou que eles trabalhavam juntos há muitos anos. “São profissionais, conhecem bem o mar e tinham uma rotina definida”, disse.A Marinha informou que as buscas continuam e que foi instaurado um Inquérito Administrativo para apurar as circunstâncias do desaparecimento.
As famílias reforçam o pedido por mais recursos enquanto ainda há esperança de encontrá-los com vida.Informações podem ser repassadas pelo telefone 185.



