A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (10) a Operação Antracito, que apura possíveis desvios em contratos de R$ 1,6 bilhão firmados entre 2022 e 2024 por prefeituras fluminenses com a organização social Prima Qualitá Saúde.
Auditorias da CGU e do TCE-RJ apontaram ausência de critérios objetivos, contratações direcionadas e falta de comprovação de serviços. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Saquarema, Rio Bonito, Santa Maria Madalena e Cachoeiras de Macacu.
As prefeituras investigadas incluem Duque de Caxias, São Gonçalo, Arraial do Cabo, Saquarema, Cachoeiras de Macacu, Santa Maria Madalena, Cordeiro e Quissamã.
O fato chama ainda mais atenção porque a operação teve início na Delegacia da Polícia Polícia Federal em Macaé no mesmo momento em que Macaé homologa a entrada de uma OS na gestão da Saúde Pública a exemplo do que Carapebus já fez, reforçando um alerta já tratado pelo RJINTERIOR em matérias anteriores: os riscos do modelo de terceirização da saúde.
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