Em Casimiro de Abreu, após a crescente indignação da população pela falta de professores e a suspensão da merenda escolar que ensejou em uma Recomendação do MP para que em 24 horas fossem garantidos professores e merenda nas escolas, a Secretaria de Educação mergulha em um novo escândalo que aprofunda ainda mais a crise na gestão municipal.
A vez agora é de uma licitação do transporte escolar, o caso envolve o Pregão Eletrônico nº 17/2025, o certame havia sido concluído de forma aparentemente regular, com a empresa W. O. Magalhães consagrada como vencedora de um dos principais lotes, porém, de forma inesperada e contrária ao parecer técnico da Comissão de Licitação, a Secretária de Educação, Gracenir Alves de Oliveira, anulou o item vencido pela empresa.
A decisão gerou revolta por parte da vencedora que registrou um boletim de ocorrência na 121ª DP, alegando possível fraude licitatória e perseguição administrativa.
A reação do prefeito Ramon Dias Gidalte veio no mesmo dia. Ao tomar conhecimento do caso revogou a decisão da Secretária e determinou que fosse mantido o resultado técnico oficial. A situação expôs uma ruptura e provocou mal estar dentro da própria administração.
A soma de tantos problemas, falhas administrativas, denúncias criminais, embates políticos e ausência de serviços básicos, escancara um colapso institucional na Educação municipal e gera um clima insustentável. Pais, professores e alunos vivem hoje um cenário de total desamparo na educação.
O que fica é uma pergunta: a insistente manutenção no governo de uma gestora desgastada se dá por medo ou por falta de opção?
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