O diretor de comunicação do PT em Campos, Gilberto Gomes, foi transferido na manhã desta segunda-feira (8) para a Casa de Custódia. Ele será mantido em local isolado até a audiência de apresentação, marcada para terça-feira (9).
Gilberto foi preso em flagrante no domingo (7) por acusação de injúria racial, durante o desfile de 7 de Setembro. Segundo a Polícia Militar, ele teria chamado um bombeiro civil de “preto monárquico”. A defesa nega ofensa e afirma que a fala foi uma referência histórica ao período imperial.
O caso repercutiu entre participantes do evento e nas redes sociais.
Em nota, o diretório municipal do PT em Campos manifestou solidariedade ao diretor, classificou a prisão como arbitrária e atribuiu o caso a perseguição política. O partido também criticou o uso da pauta racial como “instrumentalização oportunista” e defendeu a trajetória do militante.



