O Norte Fluminense se consolida como potência econômica em 2025, com o Porto do Açu, em São João da Barra, batendo recordes e diversificando exportações. No primeiro trimestre, o embarque de ferro-gusa já supera em 50% todo o volume de 2024, impulsionado pela demanda chinesa.
Além do minério, o terminal T-MULT amplia sua atuação e envia para o exterior soja, milho, sal e café. Só neste ano, foram 15.520 toneladas de café em big bags para a Alemanha, mostrando a versatilidade da infraestrutura. A previsão é de movimentar 2,5 milhões de toneladas no terminal até dezembro.
O petróleo segue como carro-chefe: o Açu responde por cerca de 40% das exportações brasileiras, consolidando seu papel estratégico. E as novidades não param: São Francisco de Itabapoana já negocia a venda de minerais pesados e terras raras, usados em tecnologias como celulares, turbinas eólicas e veículos híbridos.
Com apoio de projetos de infraestrutura como a futura ferrovia EF-118 e a recuperação das rodovias RJ-194 e RJ-244, a região deixa de ser apenas produtora e se firma como hub global de exportações.



