Nesta segunda-feira (18), a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) anunciou a interdição da plataforma flutuante Peregrino, localizada no campo de mesmo nome, na Bacia de Campos. A unidade é operada pela Equinor (60%) em parceria com a Prio (40%).
Segundo comunicado, a decisão foi motivada por falhas em documentação de gestão e análise de risco, além da necessidade de ajustes no sistema de dilúvio. A expectativa é que as adequações levem entre três e seis semanas.
O campo Peregrino é considerado estratégico para a produção de petróleo no Brasil. Em 2024, a Prio comprou sua fatia de 40% por US$ 1,9 bilhão. Mais recentemente, anunciou a aquisição da participação restante da Equinor, avaliada em US$ 3,35 bilhões, mas o negócio ainda depende de aprovação da ANP e do Cade.
A produção deve saltar de 100 mil para cerca de 190 mil barris por dia até 2026, consolidando a Prio como maior produtora independente do país.
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