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Vereador é investigado por suspeita de forjar facada durante evento

Redação Por Redação
12 de julho de 2025
Em Campos dos Goytacazes, Geral
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Vereador é investigado por suspeita de forjar facada durante evento
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Na quinta-feira (10), a Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o suposto atentado a faca contra o vereador Paulo Cothé, em Campos dos Goytacazes, e encaminhou o caso ao Ministério Público para definição dos próximos passos. As investigações indicam que o político pode ter mentido ao registrar a ocorrência, configurando falsa comunicação de crime e falso testemunho.

O caso remonta ao dia 27 de maio, quando Paulo Cothé afirmou ter sido esfaqueado na região abdominal enquanto participava de um evento em uma casa de shows. Ele alegou ter sido surpreendido por um agressor que fugiu logo em seguida, chegando a relatar que o suspeito foi detido por seguranças, mas acabou liberado por falta de provas.

Segundo o inquérito da 134ª Delegacia, coordenado pela delegada Carla Tavares, a versão apresentada pelo vereador não resistiu à perícia. Um dos principais pontos de contradição foi o relato de “sangramento abundante”: de acordo com o laudo técnico, não havia manchas de sangue na blusa entregue como prova. Além disso, o corte na vestimenta ficava muito acima da linha do umbigo e não havia nenhum ferimento correspondente no corpo de Paulo Cothé.

Outro detalhe que chamou a atenção da polícia foi o fato de o vereador não ter buscado atendimento médico após o suposto ataque. Em depoimento, ele disse que fez o curativo em casa. Imagens de segurança da casa de shows também não mostraram qualquer indício de agressão ou tumulto envolvendo o político no local e no horário descritos.

Diante dessas inconsistências, a delegada responsável alterou o registro inicial, incluindo a suspeita de falsa comunicação de crime e falso testemunho. O inquérito foi finalizado e entregue ao Ministério Público, que agora analisa se denuncia o vereador formalmente — o que pode levar até mesmo a um pedido de prisão preventiva.

O caso gerou repercussão na cidade e abriu discussões sobre ética na política, uso indevido de recursos públicos para investigações e a importância de apuração rigorosa para evitar denúncias infundadas. O Ministério Público não divulgou prazo para a conclusão de sua análise.

Redação

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